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Notícias

Noite Europeia dos Investigadores 2017


 

O Centro Ciência Viva de Lagos associa-se uma vez mais à Noite Europeia dos Investigadores, evento europeu e da iniciativa da União Europeia, realizado na última 6ª feira de Setembro. O Centro escolheu este ano o tema do Turismo Sustentável, focando-se em três áreas: a Biodiversidade, o Património e a Gastronomia.

A partir das 20 horas haverá conversa, discussão e degustação.

Convidámos quatro parceiros que trabalham e promovem um turismo sustentável no Algarve – a observação de cetáceos (Mar Ilimitado), as caminhadas pelo património geológico e paleontológico (GeoWalks & Talks), a promoção da gastronomia algarvia e da dieta mediterrânica (Slow Food Algarve) e o vinho biológico de castas tradicionais portuguesas (Monte da Casteleja).

Estes quatro intervenientes apresentarão as suas atividades, bem como as vantagens e dificuldades de promoverem um turismo que vai para além dos habituais sol e praia algarvios.

A seguir à necessária discussão, será também realizado um Show Cooking e degustação de produtos e pratos algarvios em ambiente de convívio, pois a “a Dieta Mediterrânica não é só uma forma de comer, é também uma forma de estar”.

O Centro apresentará igualmente a sua nova Oferta Educativa 2017/2018, contando com várias demonstrações das suas Oficinas entre as quais se destaca as de Robótica e Programação para além do seu novo espaço tecnológico – Espaço Dòing, em momentos dedicados aos mais novos.

Menu de Mudanças
Cozinhar um Futuro Melhor

 Otília Eusébio | Slow Food Algarve e Associação das Terras e das Gentes da Dieta Mediterrânica

 O grande tema a abordar será a relação entre a produção-consumo alimentares e mudanças climáticas e como as enfrentar começando pelas nossas cozinhas.

Mudar a maneira com a qual escolhemos nossos alimentos é parte essencial de qualquer solução para este problema e ao promover um menu que seja sustentável e variado estamos a cozinhar um futuro melhor.

1. serão abordadas como soluções a escolha dos alimentos locais e sazonais, cultivados de forma sustentável, evitando desperdícios, preferindo alimentos que representem um legado da biodiversidade agrícola preservado por agricultores familiares.

2. Debate com os outros intervenientes e o público

3. Preparação (Show Cooking) e degustação de uma açorda pondo em prática o abordado no ponto anterior.

Ciência a Bordo
fusão entre turismo e investigação para estudo dos cetáceos

Sara Magalhães | Mar Ilimitado

Como é que os golfinhos usam este habitat costeiro, onde a maioria dos turistas só procuram sol e praia?

Durante a maioria do seu tempo de vida, os cetáceos estão inacessíveis aos nossos olhos, e sabemos ainda muito pouco sobre este grupo de mamíferos marinhos. Juntámos a ciência ao turismo para responder a algumas perguntas simples sobre estes animais.

Depois a palestra, será feita uma pequena demonstração do que devemos fazer se encontrarmos um cetáceo arrojado no areal.

Geoturismo no Algarve
muito mais do que simples caminhadas

Francisco Lopes e Hélder Pereira | GeoWalks & Talks

O Algarve encerra um património natural e cultural que não pode continuar a ser negligenciado e deve ser promovido numa perspetiva turística sustentável.

O Geoturismo - uma das várias vertentes do turismo de natureza - é o caminho que defendemos pois trata-se de um turismo que se sustenta e reforça as características geográficas típicas de um determinado local — a sua paisagem, ambiente, património, cultura, estética e o bem-estar das populações residentes. As atividades da GeoWalks & Talks são muitos mais do que simples caminhadas, pois emprestamos os nossos olhos a quem nos acompanha, ajudando a descobrir os segredos e as histórias guardadas nos locais que visitamos.

Vinho Biológico Monte da Casteleja
prova de vinhos

Guillaume Leroux | Monte da Casteleja

Trabalhou 5 anos no Douro e ficou a conhecer a fundo a arte e a mestria das grandes casas centenárias, até que ganhou fôlego para se aventurar, em 1999, num projecto em nome individualno Algarve, onde as adegas não eram bem afamadas. Meteu mãos à obra. Recuperou a ruína abandonada, plantou 3 ha de vinha. O solo argilo-calcário revelou-se muito propício ao crescimento das plantas. E a escassez de água no verão é ultrapassada pelo recurso a menores intervalos entre plantas e raízes mais profundas.
Em 2008 mais uma inquietação que o empurra para nova mudança: na sua crescente dedicação a um solo rico e plantas saudáveis, o modo de produção convencional já não o satisfazia. A aposta passou para a certificação biológica.
Os seus vinhos são marcados por um cunho muito pessoal. Depois de longas macerações, ganham bom corpo, elegância e muita fruta.

Notícia criada em 19-09-2017 12:30 | Imprimir Notícia

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O edifício do Centro é um antigo solar setecentista situado na zona ribeirinha da cidade.